É um dos dois genes implicados na mutação que provoca a leucemia mielóide aguda; o outro parceiro nesta perigosa aliança, o gene MLL do cromossoma 11, já se encontrava sob suspeita. A equipa do Serviço de Genética do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto confirmou o papel do gene MLL do cromossoma 11 naquele que é um dos mais agressivos tipos de leucemia e identificou o par que faltava nesta dança: os dois trocam material genético entre si, produzindo um novo gene, que desencadeia a doença. Este avanço terá implicações no campo do diagnóstico, permitindo arrancar mais cedo para o tratamento e detectar recaídas antes de surgirem sintomas.
Fonte: Público e Diário de Notícias